INCLUSÃO: Brinquedos ajudam na empatia e inibem o bullying


Bonecos e jogos criados para uso de todas as crianças desenvolvem respeito e contribui para um futuro sem discriminação


Matéria publicada em 20/10/19 no portal R7 Leia mais aqui


Foto: Edu Garcia/R7

O mercado de brinquedos procura a cada dia se adaptar e incluir representatividade em jogos e bonecos. Crianças com deficiências, atualmente, têm acesso a mais opções de brinquedos que promovem a acessibilidade e representatividade.

A Lego, desde 2016, quando apresentou na feira de brinquedos de Nuremberg, na Alemanha, o primeiro boneco em cadeira de rodas, vem investindo em adaptação para seus produtos. Hoje, já disponibiliza peças de jogos em braile e em 2019 ampliou a inclusão produzindo manuais de construção em braile e áudio.

Outro brinquedo que passou por uma reformulação foi a Barbie. Em 2019, foi lançada a linha inclusiva da boneca mais famosa do mundo, que completou 60 anos de existência. A  novidade desta vez foram uma Barbie de cadeira de rodas e uma que usa prótese para representar deficientes físicos.

Além da acessibilidade, a Coordenadora de Terapia Ocupacional Infantil e Adulta da AACD, Lina Borges, acredita que esses brinquedos podem auxiliar no combate ao bullying. Ela destaca que não são voltados só para quem tem alguma deficiência. "Vai ter empatia, autoestima e identificação, mas o objetivo é atingir pais, padrinhos e tios que dão esse brinquedo de presente para criança que não tem deficiência, para que faça parte da vida. Quando for fazer a representação e o jogo simbólico para colocar na sua realidade, isso estará mais bem elaborado e não terá bullying", diz a especialista.







Comentários