Os adolescentes criaram o projeto para competir na "InovaVital", premiação que é organizada pela escola Vital Brazil, em São Paulo, onde estudam
Matéria publicada em 11/11/19 pelo portal do jornal Estadão Leia na íntegra
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Foto: Divulgação/escola Vital Brazil
Três estudantes do sétimo ano do Colégio Vital Brazil, em São Paulo, desenvolveram um leitor digital que converte textos em língua portuguesa para braile, principal sistema de alfabetização e de leitura de deficientes visuais.
Matheus Souza Orofino, Rafael Gomes de Souza Aranha e Lucas Eiki Yamada, todos de 12 anos, realizaram o projeto para participar da competição "InovaVital", e ganharam o prêmio na categoria ensino fundamental.
O aparelho funciona a partir de uma placa de arduino que transmite a mensagem para o leitor digital através de comandos em Código Morse. A codificação das palavras é registrada por 12 nano solenoides - pinos que se levantam simultaneamente - que formam as letras em braile. Também emitem sons em uma determinada frequência representando cada letra e criando a versão em áudio do documento.
O estudante Rafael Aranha afirma que o dispositivo pode auxiliar os deficientes visuais no aprendizado. "Nosso maior desejo é criar uma plataforma de alfabetização para crianças com deficiência visual.O Brasil tem poucas obras. Materiais em braile são raros e caros. Queremos o projeto acessível para quem usa e para quem quiser aplicá-lo em uma sala de aula ou até mesmo em casa".
Por causa da invenção, os estudantes foram convidados a participar de uma imersão internacional de empreendedorismo no programa Young Entrepreneurs Volunteer Vacations.
O aparelho funciona a partir de uma placa de arduino que transmite a mensagem para o leitor digital através de comandos em Código Morse. A codificação das palavras é registrada por 12 nano solenoides - pinos que se levantam simultaneamente - que formam as letras em braile. Também emitem sons em uma determinada frequência representando cada letra e criando a versão em áudio do documento.
O estudante Rafael Aranha afirma que o dispositivo pode auxiliar os deficientes visuais no aprendizado. "Nosso maior desejo é criar uma plataforma de alfabetização para crianças com deficiência visual.O Brasil tem poucas obras. Materiais em braile são raros e caros. Queremos o projeto acessível para quem usa e para quem quiser aplicá-lo em uma sala de aula ou até mesmo em casa".
Por causa da invenção, os estudantes foram convidados a participar de uma imersão internacional de empreendedorismo no programa Young Entrepreneurs Volunteer Vacations.

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